terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
20% dos produtos, são responsáveis por 80% da facturação!
20% dos produtos, são responsáveis por 80% da facturação! (sendo que o contrário também é valido)
Para a definição do nº de Produtos a colocar à venda online, procuraremos elucidá-lo que não vale a pena colocar “TUDO”, o paradoxo de PARETO, ou lei 20/80 ajuda a perceber isso mesmo… guie-se pela necessidades dos clientes, preveja para onde se deslocam os seus clientes e chegue lá primeiro!
Então que produtos vender online?
A aposta terá de ser em produtos raros, únicos, exclusivos e com perspectivas de vendas assentes no preço por volume e não no preço unitário!
Marketing de Matriz. Mindspace e Shelfspace

Neste grande mercado electrónico (MARKETSPACE paravenda.net) o MINDSPACE e o SHELFSPACE são interdependentes e fontes cruciais de vantagens e receitas sustentáveis.
Deste modo ajudamos os lojistas a alcançar a Mente do Consumidor, alcançando o seu “espaço
Mental”, pois estar na mente dos consumidores é potenciado por esta enorme ‘prateleira digital’
ou seja, um poderoso gerador de espaço mental que será obviamente o marketspace com quase
TUDO.PARAVENDA.NET, baseado em VORTAIS.
A batalha pelo MINDSPACE/SHELFSPACE online passa a ser o alvo principal da nossa estratégia conjunta.
Empresa vs Produto
Aqui também reside uma INOVAÇÃO do nosso conceito! Pela 1ª vez em Portugal não vamos
alinhar em mais um site que promove empresas, nós procuramos dar ênfase ao produto, não esquecendo obviamente a empresa, indo assim ao encontro das pesquisas dos Utilizadores!
Nós apostamos na ruptura do conceito de centro comercial online e por isso alinhamos a inovadora estratégia de SUBDOMINIOS com conceitos de WEBPSICOLOGY, em que o internauta faz uma associação mental.

Livros para venda na Internet = HTTP://LIVROS.PARAVENDA.NET, onde, cada canal é um portal vertical (vortal) é orientado ao produto: HTTP://PRODUTO.PARAVENDA.NET/, um VORTAL por ramo de negócio, ou seja, revertemos e revolucionamos o conceito para ir ao encontro das pessoas online e rompendo com a lógica de ordenação por empresa, vamos ao encontro das pesquisas das PESSOAS e consequentemente podemos apresentar resultados de visibilidade dos produtos aos nossos lojistas.
Globalização não é de agora!
império bizantino, no império romano, na época dos descobrimentos ou no séc XIX. Depois da enorme recessão dos anos trinta, só agora se está a repor a livre circulação além fronteiras, daí a novidade da actual aldeia global. É verdade que, actualmente as trocas são instantâneas, online, mas o processo é, essencialmente, o mesmo. Será que todo o poder do nosso conhecimento, da nossa tecnologia, da nossa enormíssima capacidade de recolha e de tratamento da informação nos permite avançar em termos de pensar o futuro, ‘forward thinking’ de uma forma construtiva, criadora e não individualista? É esse mesmo o segredo do centro comercial do futuro.» escreveu a Dra. Ângela Lacerda Nobre,
Secretária Geral da Associação Portuguesa de Centros Comerciais nos cadernos ECONOMIA &
PROSPECTIVA já citado sobre a temática do “Comercio – um sector chave”.
Os eternos 4 P's do Marketing também se aplicam ao ecommerce?
Esta estratégia que dominou o mercado durante décadas é totalmente aplicável para o comércio tradicional, porém é difícil integrá‐la ao novo papel que as empresas devem ter para se adaptar ao mercado global e ao cenário virtual.
Na internet uma informação agregada tem muito valor, pois não dispersa os utilizadores. Aliás, basta relembrar o Dr. Manuel Ataíde‐Ferreira, Ex‐Presidente da Direcção da DECO –Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor: «Essa informação sobre o produto,nomeadamente as suas características e promoções,( …) podem criar neste último a necessidade de o adquirir. (…) A Informação, quando visa criar o impulso aquisitivo torna‐sepublicidade.» in cadernos ECONOMIA & PROSPECTIVA Vol.II, n.º 1 Abril/Junho 1998 pág. 135
Imagine‐se então, toda a informação reunida, as nossas lojas favoritas online, todas juntas no mesmo centro comercial! Quanto pouparíamos em deslocações… afinal tem tudo, é a conveniência! O n/ marketspace proporciona um mercado electrónico alargado, apresenta num novo contexto onde as interacções ocorrem de forma rápida e virtual e cuja principal oferta é a informação agregada (para o consumidor) e centenas de clientes registados num único sítio ou seja público‐alvo para os lojistas)
As empresas querem estar onde haja obviamente pessoas. As empresas já estão a alargar e a
espalhar‐se na Web, (nas redes HI5, no SecondLife, colocam vídeos no YOUTUBE, criam BLOGS, etc.) quem perceber isto, obviamente tem de espalhar‐se na web (mesmo através do
posicionamento nos motores de busca: SEO) onde existe uma autêntica guerra virtual pelo
posicionamento na 1ª folha do resultado das pesquisas!
O CUSTO DO PIONEIRISMO E DE SER O 1º MARKETSPACE baseado em VORTAIS
«marketplace», como dizem os ingleses. Um «local» . Mas o mercado sofreu uma mudança
radical com a Web, deixou de ser algo físico, passou a ser um espaço, com uma componente
material e outra imaterial emergente e crescente. É por isso que o conceito www.paravenda.net é INOVADOR, pois é o primeiro «marketspace», de espaço em vez de local.
Não existe nenhum MARKETSPACE em Portugal que possibilite às empresas colocar os seus
produtos (ao invés de andar cada um por si a lutar por espaço) num único espaço Web com integração e envolvência comercial, numa lógica "webdinâmica" económica (oferta e procura) de serviços agregados via Web com implicação em diversos sectores de actividade e em várias empresa!
Não esquecemos que um mesmo comprador, pode de facto, no nosso portal, fazer uma só encomenda a vários lojistas ao mesmo tempo, como se tratasse duma "MULTI-ENCOMENDA"!
Apresentado no entanto uma mais valia funcional menos apreciada, os portes resultantes, de várias encomendas, pois na prática, de cada lojista partirá um volume, uma encomenda... mas também se fosse a deslocar-se a cada um deles individualmente...
Futebol, eficácia e eficiência!
Saberá Ricardo Quaresma (e muitos dos nós!?)
QUAL A DIFERENÇA ENTRE EFICÁCIA e EFICIÊNCIA???
- de que interessa fintar 1, 2, e 3 jogadores sem que ninguém lhe tirar a bola e ser considerado um mágico com a bola com a sua famosa trivela? Pelo meio não magoa niguém, não se lesiona, está a ser??? - Eficiente!!
Mas…
Se não marca, não passa a bola e não sabe a função dele na equipa! Logo, não está a ser eficaz !
(Ao invés Cristiano Ronaldo, com um alto indice de eficácia, MARCA GOLOS, o que lhe dá margem para lhe perdoarem os excessos , aos génios sempre será assim…)
Mas o que me espanta é que ninguém transmita isso ao QUASRESMA e José Mourinho neste aspecto, falhou e não revelou aquilo que se esperava dele enquanto condutor de homens!
No mundo dos negócios, tenho-me deparado frequentemente com este tipo de dualidade ineficiente!
Vendedores que são extremamentes eficientes, a repor, a atender, nos horários, ok, mas se não vendem... não marcam golo, logo não foram eficazes! e o negócio mais dia menos dia vai ressentir-se desta forma de eficiência tão cumpridora, tão portuguesa!
Vender é coisa que não ensinam nas escolas como afirmei antes, e atenção que não falo necessariamente que para existir uma venda é necessário existir uma transacção... longe disso!
e, no entanto, EFICÁCIA, só pode ser resultado duma boa eficiência!!
P.S: no entanto é engraçado de ver nas entrevistas os jogadores de futebol (muitos sem saberem a diferença), quando perdem ou não marcam…."hã… não fomos eficazes!"
P.S2.: Esperamos que Ricardo Quaresm ouça os seus novos técnicos do Chelsea, ou pelos menos tenha lido o Artigo de Carlos Daniel, pois ao 26 anos, apesar de tudo ainda vai a tempo!
MARKETSPACE? o que é isso?...
Sim, Marketspace e não marketplace!
Porque opera simultaneamente no mercado electrónico e no mercado físico de todo o território nacional ao envolver todos os sectores de actividade (nos nossos canais de venda do tipo produto.paravenda.net para cada sector de actividade) e com todas as operações de logística e distribuição e entrega, passando pelo suporte e garantia pós-venda.
O n/ projecto em Portugal, é uma ruptura completa com o passado e o que se tem vindo a fazer
em Portugal ao nível de websites de comércio electrónico! Porquê?
‐ Porque inova na abordagem, porque é inovador ao orientar o conceito para o produto e não para a empresa como nos shoppings do passado!
Como MARKETSPACE é uma novidade absoluta em Portugal, por ser o
primeiro, a criar uma espécie de Mega Cluster digital. Por sermos pioneiros ao
podermos oferecer a possibilidade aos Lojistas aderentes terem um loja online gratuitamente do tipo B2C!
Por a montante e a jusante, juntar compradores e vendedores de vários tipos de produtos de forma excepcional no mesmo espaço envolvendo todo a sua lógica e filosofia vendas só pode ser considerado um MARKETSPACE e não um lugar para simples transacções (marketplace).
A nossa abordagem na WEB PORTUGUESA é uma ABORDAGEM INOVADORA ao
nível do GANHAR-GANHAR, isto é, criamos um conceito de marketspace, queremos ganhar
massa crítica e dar a ganhar aos lojistas, fazendo tudo para o promover online!
- A abordagem GANHAR-GANHAR é claramente uma aposta assumida pelo
portal http://www.paravenda.net/ na sua política comercial.
O MARKETSPACE, cria assim uma nova Comunidade virtual!
As empresas que entendam esta mudança e aprendam como alavancar o poder comercial das comunidades virtuais estarão aptas a levar a fidelidade do consumidor a novos níveis. E os mais ágeis terão vantagens nesta corrida à criação de comunidades virtuais à volta de um website!
Isto é claramente uma vantagem competitiva para os lojistas aderentes! O Comércio Electrónico é uma realidade incontornável para a sobrevivência das empresas. Mas é, como afirmei num post anterior, uma questão de Filosofia e não de tecnologia!
O que não se ensina nas Escolas
«Das habilidades mais inferiores dos negócios, invocando imagens por vezes bastante vulgares. As pessoas estão mais propensas a acreditar que o caminho mais rápido para o topo seja através do aprimoramento das suas aplicações como administradores. Há uma certa verdade nisso, mas presumir que a habilidade para administrar dispensa a habilidade para vender é uma forma perigosa de ilusão. Ainda estou para conhecer algum presidente ou director executivo de alguma importante empresa que não se orgulhe de sua capacidade de persuasão - vale dizer, da sua habilidade em vendas. Vender é o que não nos ensinam nas escolas...» (1985).
Este é, alias um dos maiores problemas de Portugal!
Esta é a diferença entre EFICIÊNCIA e EFICÁCIA que tanto nos esforçamos para demonstrar na plataforma paravenda.net e nas nossas formações!
- De que interessa as empresas terem um site, todo janota, todo cheio de design, cheio de
cores, animação flash, se depois não vende?
- De que interessa, um jogador de futebol (Quaresma na maioria das vezes) fintar todos, com a sua trivela, ninguém lhe tira a bola (está a ser eficiente!)… não magoa ninguém… se depois não marca GOLO nem passa a bola, esquecendo que é um jogo de equipa! Logo não foi eficaz!
E, Portugal na concorrência directa da globalização, NÃO SABE VENDER! Não sabe ser eficaz!
Bem patente aliás no prefácio do Eng. Eurico de MELO, no livro de Rodrigues de Carvalho,
“Em Portugal nunca se cuidou de ensinar a vender; vender sempre foi apanágio de judeu e
de cigano…‘VENDER É MUITO MAIS DO QUE TU IMAGINAS’ é o contributo indispensável para o progresso económico e desenvolvimento social.”
Ora o projecto http://www.paravenda.net/ quer ser acima de tudo eficaz! Pois terá todas as ferramentas à disposição dos Lojistas aderentes para venderem na internet!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
1 - Que empresas / sites e que actividades desenvolvem?
R: Para além de, disponibilizarmos a partir da recém-criada Incubadora D. Dinis em Leiria, o inovador portal de negócios online paravenda.net , outros grandes portais Web estão previstos. No entanto, não somos uma empresa de webdesign, somos uma empresa de formação e de serviços e soluções Web. Na Bigmall não fazemos sites, nós optimizamos sites! Damos as dicas, os truques ao dono do site ou da loja online para o melhorar, que por sua vez leva a consultoria ao seu webmaster ou à sua empresa de webdesign para que melhore o seu site, por isso actuamos na rectaguarda dos sites e das empresas que nos consultam para assim, ajudarmos a "vender online". Além disso, prestamos serviços de formação em Tecnologias de informação (Microsoft Office, Gestão de Projectos com Microsoft Project) Comércio electrónico e Webmarketing, Google adwords e optimization web enquanto consultores especialistas em posicionamento Web (Search Engine Optimization).
2 - Que retorno monetário mensal proporcionam, em média?
R: Atendendo a que o investimento de entrada neste inovador modelo de comércio electrónico é a custo zero, o retorno só pode ser 100% menos a comissão de venda.
Não temos uma comissão fixa pela venda, desenvolvemos uma fórmula inovadora aplicável a quase todos os modelos de negócios, à medida que o valor da venda aumenta a nossa comissão diminui, além disso a comissão de venda é constituída por uma parte fixa e por uma parte variável, sendo que a parte fixa da comissão funciona como uma taxa de publicidade que garante a promoção através do re-investimento em publicidade online.
As empresas aderentes só tem a ganhar pela adesão ao shopping www.paravenda.net pois não tem custos de adesão, nem mensalidades, e podem colocar produtos ilimitados nos canais respectivos, usufruindo ainda de um sistema de pagamentos VISA em servidores seguros (https://), que garante o recebimento à cabeça.
Na prática somos uma extensão do seu negócio, um vendedor comissionista da empresa que funciona 24h/dia. Existe no entanto um retorno que muita vezes não é mensurável, o facto do logótipo e da apresentação da empresa estar sempre em destaque, os contactos gratuitos e a exposição que a marca/ empresa beneficia por todo o branding no portal é uma excelente mais valia e retorno evidente. No limite, mesmo que uma empresa não venda, o que tem a perder? Nada, pois o investimento de entrada é nulo e os benefícios/vantagens para a marca que obtêm exposição e contactos grátis são evidentes.
3 - O aumento do comércio electrónico e do uso da Internet vai beneficiar principalmente as empresas grandes (e incluímos aqui as grandes nacionais e internacionais, mas também as grandes à escala do distrito, por exemplo) ou há dinheiro para ser ganho por individuais, com blogues, sites pequenos, etc?
R: Não há dinheiro em Portugal para apoiar projectos baseados no Comércio Electrónico, pois os projectos web, à luz do QREN, não são elegíveis, o que é no mínimo um escândalo e contradiz todas as directivas europeias e do Tratado de Lisboa e até declarações dos nossos governantes. A legislação tal como está, considera os projectos de comércio electrónico nada inovadores, uma adaptação, de origem imitativa, aconteceu isso com o nosso projecto que foi pura e simplesmente recusado o apoio pelo Iapmei! Este projecto simplesmente é o maior projecto nacional de comércio electrónico actualmente a decorrer, não estranhamos portanto que as empresas portuguesas não tenham uma filosofia de negócios para a internet e portanto é natural que sintam imensa dificuldade em vender online. No tocante às grandes mamrcas, sim, calaramente beneficiam muito mais com as vendas via internet, pelo reconhecimento que os consumidores online lhe associam psicologicamente, o que automaticamente gera confiança nas pessoas no momento da decisão de compra online. Uma marca nova, que seja desconhecida tem um longo e dispendioso caminho a percorrer em comunicação Web para obter o sucesso online, que, engane-se só em raros casos, é imediato e que nem podem ser considerados pois são a minoria e não estão ao alcance de todos. Na internet o retorno do investimento é de médio e longo prazo. Ao julgarem que o sucesso é imediato, muitos empresários desistem ao fim de um ano ou dois e deixam mesmo de actualizar o seu site, quando o que os consumidores visitam a página e esta está constantemente igual, deixam de a visitar. É frequente ouvir " o site está pronto!" ora um site pronto é um site morto, sem visitas… logo não espere gerar dinheiro com um site assim. Os cibernautas são um publico extremamente exigente. É preciso "dar algo" em troca de um registo grátis, acrescentar valor. Um site é como um bebé… nasceu e vai ter de crescer, e, para crescer e se afirmar tem de ser alimentado.
Facilmente esquecemos que a web é uma transposição do mundo real, por isso quando decidimos passar o cartão de crédito num site online, fazemo-lo com a confiança que depositamos numa marca conhecida. A comunicação Web não é exclusivamente investir na internet, é um misto de aposta nos meios tradicionais e nos meios Web onde o Google se destaca claramente pela qualidade de resultados apresentados. Mas, o importante deve ser, colocar-me cada vez mais no papel do cibernauta, conseguir pensar como as pessoas procuram, antever tendências e chegar lá antes de todos os outros. Por isso, para muitos, aparecer nas pesquisas do google tornou-se numa guerra virtual onde a luta pela optimização e posicionamento na 1º página das pesquisas se tornou a mãe de todas as prioridades na presença online.
4-De um modo geral, parece-me que a internet é rentável, por enquanto, para uma pequena minoria. Mesmo redes como o you tube ainda não são lucrativas. É assim? Quando vai mudar?
R: A internet é rentável; O problema é a politica com que se vai para a internet fazer negócios. O maior erro dos empresários é não ter uma política para este mercado; julgar que o comércio electrónico é retorno e lucro imediato ou que o sucesso na internet depende da tecnologia são os maiores erros! O comércio electrónico é uma FILOSOFIA! Esta, deve ser assumida e adoptada por todos na empresa! Se o tratarmos como um "novo País" para o qual vamos entrar e passar a exportar, então temos de ter uma estratégia de negócio, agir e pensar como os "naturais" desse país, é preciso adaptar-me às regras e à linguagem desse "novo país", ora isso, exige dedicação, tempo e dinheiro, o que falta pois, é atitude para os negócios online, pois quem tem negócios de sucesso online fê-lo com atitude. Na região de Leiria existem excelentes empresas com um potencial de vendas online extraordinário que sobretudo não acreditam ou deixaram de acreditar neste mercado, logo a aposta resume-se a um site meramente institucional ou à transposição de um catálogo.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Como aumentar as vendas da sua empresa?
Actualmente, vender via internet já não é uma questão de tecnologia…
Isto é, se a sua empresa quer sobreviver no futuro e quer ter sucesso online, então, muito embora a tecnologia seja o seu maior aliado e esteja sempre a evoluir, não se pode limitar a transpor para o seu site, o seu catálogo e a instalar um “carrinho de compras”.
Existem centenas de aplicações e websites, com soluções capazes de gerar um site de comércio electrónico (CE) em minutos, mas daí até começar a vender e a ser um caso de sucesso, vai um grande passo… além do mais afaste a ideia que Comércio Electrónico é “vender na internet”, CE ou em inglês e-commerce, deve ser antes entendido como uma “operação de sistemas electrónicos integrados de compras, facturação, vendas, marketing e recursos humanos”. Este conceito no que concerne à sua abrangência na prática comercial, integra todos os aspectos relacionados com as operações de uma PME, desde a produção até à logística e manutenção.
Seja pela pressão que a concorrência exerce, seja pela exigência dos seus clientes ou simplesmente para aproveitar as tendências do mercado, aderir ao Comércio Electrónico significa que todos os funcionários e departamentos da empresa devem estar sensibilizados, preparados e vocacionados para esta nova realidade que a sua empresa decidiu adoptar (desde a secretária ao fiel de armazém). Isto vai obrigar a sua empresa a repensar o workflow de processos, o fluxo da informação, a gestão dos stocks, as hierarquias, etc, dando origem à automatização e maximização de processos.
Se andar na net é “navegar”, então, faça como os verdadeiros navegadores, se vai para o mar prepare-se em terra! Este novo “mar” tem milhares de potenciais clientes à sua espera do outro lado da linha, mas fazer com que eles encontrem o seu site e comprem os nossos produtos é outra história! Se conhece um amigo, ou tem um primo que faz sites, esqueça! Isto é outro mundo… um site de CE exige investimento e dedicação e, para ter sucesso tem de estar na mãos de profissionais dedicados. Uma equipa de desenvolvimento deve inteirar-se antes de mais das regras do seu modelo de negócio e integrar as suas competências. Dominar e implementar conceitos como webpsicology, webmarketing, search optimization, web analytics, business inteligence, CPM, usabilidade ou acessibilidade no mesmo espaço web, e ser capaz de compreender o comportamento (ver quadro 2) e gerar lembrança no consumidor, faz a diferença e pode de facto, alavancar o seu negócio para outra dimensão. Quando decidir partir para o CE faça-o com ATITUDE e elabore um plano de negócios digital (e-business plan)!
Um site de CE vive acima de tudo da criação duma comunidade à volta do site, e como tal, deve apostar e inventar nas formas de alimentar essa comunidade (newsletter, concursos, ofertas, descontos, pontos, Coupons, convites e produtos exclusivos, funcionalidades self-service,…). Lembre-se sempre que um site nunca está pronto e se lhe disserem que o seu site está pronto… então é um site morto, sem visitas!
O Observatório CETELEM 2008 sobre os hábitos dos portugueses na Internet refere o tipo de produtos pessoais e/ou para o lar, sobre os quais se procura habitualmente informação na Internet, de uma forma geral, são as viagens e o lazer, os livros, os CD’s e os DVD’s (45,5%, 43,6% e 39,6% de referências, respectivamente) que mais se evidenciam.
Os telemóveis, o material informático, os bilhetes para eventos e a electrónica de consumo (38,7%, 32,7%, 27,8% e 26,7% de referências, respectivamente) constituem um segundo grupo de interesse na pesquisa realizada. Verifica-se, ainda, que os utilizadores do sexo masculino procuram de forma mais destacada informação relacionada com material informático, electrónica de consumo e automóveis, enquanto que as mulheres se centram mais na pesquisa de livros, mobiliário e vestuário. A aquisição destes produtos online é referida em cerca de 12% dos casos, sendo significativamente diferente entre homens e mulheres (17,4% e 5,4% de referências, respectivamente).
O comércio electrónico, inicialmente fenómeno de moda, objecto de curiosidade e de desconfiança, está a difundir-se a uma velocidade vertiginosa. Sendo, à partida, um meio de comunicação (trocas de correio electrónico, sobretudo), a Internet tornou-se em seguida uma verdadeira ferramenta de informação: informar-se na Internet é um reflexo para a maioria da população, tanto a título profissional como pessoal. A etapa seguinte é a utilização da Internet como modo de distribuição: como no Japão e nos Estados Unidos, na Europa o consumo na Internet banaliza-se e torna-se um verdadeiro meio de consumo de massa.
Além disso, a simplicidade de utilização e a facilidade de acesso, cada vez mais difundida, impõem a Internet como um novo meio de consumo de massa. As razões são simples: a Internet é uma fonte de informações nunca antes conhecida, que permite ao consumidor informar-se melhor sobre o produto que pretende adquirir, de forma a consumir mais e melhor, fazendo compras com prazer.
Podemos apostar algumas previsões: o entusiasmo pelo comércio electrónico na Europa está longe de ter acabado pois ainda agora começou e Portugal tem muita margem de progressão!
Outra conclusão muito interessante: Uma grande maioria de jovens consumidores cibernautas nascidos na geração web, constitui uma reserva para os próximos anos.
Texto de João António Vaz , publicado na Revista 250 MAIORES DO DISTRITO de LEIRIA, edição do Jornal de Leiria e do Jornal Público, 25 Novembro 2008
Vantagens e Desvantagens do Comércio Electrónico
Vantagens para o cliente: Comodidade... poder pesquisar e comprar sem sair de casa. Economizando tempo e encontrando produtos mais baratos.
Vantagens para a empresa: Poder vender mais, para clientes muito longe geograficamente, e com isso oferecer um preço interessante para aumentar mais as vendas.
Desvantagens para o cliente: Segurança, deverá saber a quem está a comprar e verificar o certificado digital do vendedor antes de colocar qualquer informação pessoal no site.
Desvantagens para a empresa: Talvez a necessidade de cobrar portes para poder vender os seus produtos, quando numa loja física isso nao será necessário.
Investir no Comércio Electrónico é uma questão de Filosofia
Nós , na BIGMALL , entendemos que o “E” (loja física e loja online) seja mais forte que o “OU” (loja física ou loja online) e que, portanto, saber fazer um blend de ambos é o melhor caminho e é isso que procuramos aplicar no portal www.paravenda.net
Ter sucesso no campo digital é saber experimentar com o cliente, de forma interactiva.
Saiba que, no momento de decisão da compra online, o factor impulso e a comparação imediata de preços, está muito aliado ao preço.
Antes de entrar, tenha presente que o negócio electrónico é 80% preço, aceite que a desintermediação é o grande furo da Internet e esta, veio para ficar, portanto adapte-se e prepare-se para o futuro… e que que, apesar de uma das grandes desvantagens do Comércio Electrónico ser a falta de contacto com o produto no momento da encomenda, grande parte dos compradores já foi antes ver e tocar o produto às lojas e depois com toda a informação detalhada e comparação, acaba por comprar comodamente em sua casa…
Portanto, oriente o seu foco! Devem ser os nichos de mercado, os produtos raros, exclusivos e únicos, aqueles que ninguém encontra nas lojas ditas normais a sua grande aposta na sua estratégia de ter uma loja online!
As empresas travam uma verdadeira guerra virtual pelo posicionamento nos resultados dos directórios e dos motores de busca. Aparecer na 1ª página das pesquisas com as nossas palavras chaves (keywords) é a nossa primeira batalha online e é necessário ter uma estratégia para que sites como o Google, Yahoo, Sapo ou Aeiou, só para citar alguns apanhem o nosso site nesses resultados.
Portanto se sonha com negócios na internet… investir online é extremamente gratificante e vai-lhe proporcionar experiências únicas, mas já sabe, para começar a tecnologia é importante mas para vencer tudo se resume a uma questão de atitude!
É preciso sentir, viver e lutar por dentro. Comércio Electrónico é antes de mais uma Filosofia que todos na sua organização devem adoptar!
Boas Vendas!
Tendências do sector do Comércio Electrónico
Pela 1ª vez em portugal o acesso a uma verdadeira loja virtual de comércio electrónico é grátis!
É consensual que, de ano para ano o Comércio Electrónico ganha cada vez mais adeptos e com eles o volume de negócios cresce exponencialmente, as empresas do futuro deverão ser um misto de digital e físicas pelo que deverão entrar o quanto antes para o e-mercado.
Os estudos da ACEP (associação de comércio electrónico de Portugal), Vector 21, da Google portugal e do observador Cetelem comprovam que o volume de negócios envolve já milhões de euros em Portugal.
(www.comercioelectronico.pt e www.vector21.pt ) e identifica claramente quais os produtos mais vendidos no sector de vendas online (ver post seguinte).
Compreender o comportamento do e-consumidor
O consumidor compra online principalmente porque tem:
- Sensação de privacidade (“compro sem que ninguém saiba”)
- Sensação de controlo (“quanto e quando gastar”)
- Possibilidade de comparação (“num curto espaço de tempo”)
- Segurança e fobia das lojas e das multidões
- Pesquisar produtos únicos, exclusivos, raridades“que ninguém tem” (“descobri na internet!”)
- Possibilidade de vivenciar experiências diferentes (senso de experimentação de risco, anonimato, transgressão, “coisas que eu não experimentava na presença doutros”, “gostos que eu não quero que os outros saibam que tenho”)
- Conveniência, comodidade / resolução de problemas (“que não encontro em mais lado nenhum”)
- Canais exclusivos e “escondidos” de comunicação (“onde alguém que não me veja possa responder-me a perguntas que eu deveria saber, mas não sei”)
Fonte: Estudos do XPLab (Experience Lab) da E–Consulting Corp
Compreender o Comportamento do e-Consumidor
Os consumidores compram nas lojas físicas porque tem necessidade de:
- Mostrarem–se financeiramente saudáveis (“mostrar aos outros que posso comprar o que quero”)
- Atendimento com personalização
- Sensação de exclusividade
- Diferenciação percebida pelos outros
- Valor agregado (“quero ganhar alguma coisa a mais”)
- Acesso a serviços especiais.
- Sensação de toque físico (“ver com as mãos”)
Vantagens do Comércio Electrónico
COMODIDADE, CONVENIÊNCIA E PROXIMIDADE
- Atingir um mercado à escala global
- Fazer compras em qualquer parte do Mundo, sem limites geográficos, nem grandes custos financeiros
- Disponível 24h (ausência de horários restritos para compra)
- Evita deslocações (amigo do ambiente!)
- Variedades de lojas e produtos
- Montra apelativa (flash, animação multimédia)
- Simplicidade do Processo de Compra
- Rapidez do processo
- Ter acesso a produtos de lançamento que só mais tarde chegam ao mercado
- Possibilidade de adquirir produtos não disponibilizados noutros meios (exclusivos ou raros)
ESCOLHA E INFORMAÇÃO
- Características dos produtos descritas (Quantidade de informação acerca do produto
- Conselhos de compra
- Conselhos de Utilização do produto
- Top Vendas
- Comparação (capacidade de comparar vários preços num curto período de tempo)
- Opinião de outros compradores
PREÇOS SEDUTORES
- Comparar preços
- Promoções em vigor
- Redução de custos que se traduzem em preços mais baixos
CONVÍVIO E TEATRALIZAÇÃO
- Consumidores procuram “convívio virtual"
- Comentários e outros consumidores/utilizadores
- Encenação electrónica dos produtos (visualização ex: 3d)
- Experimentação do Produto (ex: envio de amostras)
- Canal Directo entre Produtor e Consumidor final, permitindo a personalização
SEGURANÇA
- Meios Técnicos (certificados, SSL)
- Meios Psicológicos para GANHAR CONFIANÇA dos Consumidores e dos Lojistas
LOGÍSTICA
- Prazos de entrega e custo de expedição aceitáveis (portes)
- Diminuição ou eliminação da cadeia de distribuição
MARCA
- Reconhecimento da Marca
- Aumento da notoriedade
- Uso da Marca
- maior proximidade com o cliente
- suporte pré e pós-venda mais eficiente
Desvantagens do Comércio Electrónico
As principais desvantagens associadas ao comércio electrónico são as seguintes:
- Forte dependência das tecnologias da informação e da comunicação (TIC);
- Insuficiência de legislação que regule adequadamente as novas actividades do comércio electrónico, quer ao nível nacional, quer ao nível internacional;
- Cultura de mercado avessa e resistente às formas electrónicas de comércio
- Os clientes não poderem tocar ou experimentar os produtos;
- A perda de privacidade dos utilizadores, a perda de identidade cultural e económica das regiões e países;
- Compra impessoal
- Insegurança na realização das transacções comerciais.
Acredito que, ainda assim as vantagens de comprar online compensam claramente algumas destas desvantagens.
Links úteis sobre comércio electrónico
Qualquer pessoa que pretenda ter informação sobre comércio electrónico tem uma vasta gama de recursos ao dispor quer na Internet quer em suporte papel. Deixamos aqui alguns exemplos, apenas em língua portuguesa.
Para melhor informação sobre os cuidados a ter quando faz compras na Internet, pode consultar as páginas da DECO: www.deco.prtoteste.pt ou do www.consumidor.pt do Instituto do Consumidor, que o remete para diversos links nacionais e estrangeiros.
Consulte também a página da Associação Nacional de Comércio Electrónico (ACEP) www.comercioelectronico.pt e da UNICRE www.unicre.pt para saber mais sobre compras em segurança na internet.
Recomendamos para pagamentos online o sistema MBNET em www.mbnet.pt que gera um cartão de crédito virtual com limite de plafond defenido por si para um prazo e compras limitadas.
Nós no portal www.paravenda.net preocupamo-nos com a segurança dos dados e sempre que se entra no carrinho de compras todo o processo é feito sobre servidor seguro HTTPS com Certificado SSL fornecido pela empresa líder em Portugal em certificados digitais SAPHETY (grupo Sonae.com)
